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Coevos CaDA 2017 232x637

Coreografias de Ricardo Ambrózio e Luís Marrafa
Programa parcial do programa estreado a 29 de setembro de 2017, por ocasião da comemoração do 25º aniversário da “Quinzena de Dança de Almada – International Dance Festival”
60‘ | M/12

 

“Todo para sempre é agora“ (2014) – nova versão
O corpo é o principal recipiente de emoções, agarrando-se à consequente convocação de sentido na procura do equilíbrio que se perdeu.
Como nos movemos através da nossa desestabilização, da nossa desorientação, das nossas finitudes? Como enfrentar o mundo fora da estruturação habitual da nossa realidade? Como lidar com a fragilidade e a frustração?
Esta peça aborda o modo como desastres são registados na memória e no corpo. É um registo de momentos em que paramos para olhar as nossas ruínas e aprendemos a confiar.

 

“Marvel“ (2017)
As capacidades físicas e intelectuais do Ser Humano são extraordinárias. Contudo, elas constituem um regime de normalidade que é, por vezes, desestabilizado por relatos de situações em que estas mesmas capacidades foram, por alguém e nalgum momento, suplantadas. A fé na possibilidade de fixar essas capacidades sobre-humanas é a inspiração primordial das bandas desenhadas. Neste universo, alguns indivíduos desenvolvem caraterísticas mutantes e adquirem poderes que permitem que os seus corpos superem obstáculos outrora inultrapassáveis. Ao mesmo tempo, este dom deixa-os expostos e desarmados face os medos e preconceitos mais arreigados da nossa época, criando uma tensão dialética entre as figuras do herói e do condenado. Através do movimento, seis bailarinos com caraterísticas excecionais partilham uma história em comum, onde este choque se encena e o universo fantástico se desdobra em abstração.

 

Sobre os autores

Ricardo Ambrózio, de nacionalidade luso/brasileira, cresceu no Rio de Janeiro. Aos seis anos de idade inicia-se em ritmo e movimento, com aulas de capoeira, e aos treze anos integra um grupo de dança de rua, participando em competições durante três anos. Aos dezasseis anos conhece Flávia Tápias, bailarina, professora e coreógrafa brasileira que o convida e incentiva a estudar e a trabalhar como seu assistente, partilhando consigo as aulas e materiais de pesquisa. Desta forma assume o cargo de pesquisador residente no Centro de Documentação e Pesquisa de Dança do Rio de Janeiro (CDPD-RJ). Trabalha como produtor em festivais de dança e frequenta, durante dois anos, a Faculdade Angel Vianna. Vem para Lisboa com vinte anos, onde frequenta a Escola Superior de Dança. Foi bailarino da Companhia de Dança de Almada (2007-10). Coreografou para esta companhia “Lifeboat” (2008), “Nossos” (2009) e “Todo para sempre é agora” (2014). Como coreógrafo e professor criou e desenvolveu um estilo próprio, no qual mistura todas as influências de Dança recebidas. Em Amsterdão e Bruxelas, trabalha com Bruno Caverna, Gerard Mosterd, Dogwolf e Willy Dorner. Trabalhou nos últimos quatro anos na companhia de Wim Vandekeybus. Atualmente dirige o seu próprio projeto "Untamed Productions", iniciado em 2013.

 

Luís Marrafa nasceu e viveu em Schüttorf na Alemanha até ao seus nove anos. Mudou-se para Évora e depois para Lisboa, passou por Londres e neste momento vive e trabalha em Bruxelas. Desde muito cedo despertou a paixão pelo desenho e dança. Inspirado pela pintora Leonor Serpa Branco entrou na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha. Desistiu do curso depois de ver “Pixel”, do coreógrafo Rui Horta, licenciando-se na Escola Superior de Dança, em Lisboa. É cofundador da companhia MARRAFA vzw e do estúdio de dança StairCase.studio em Bruxelas. Cria e produz os seus próprios trabalhos como coreógrafo, bailarino e desenhador/compositor de som, inspirando-se intuitivamente na sua experiência e no ambiente multicultural à sua volta, destacando os trabalhos “Unstable”, “Disquiet”, “IIB” (em colaboração com António Cabrita obteve o prémio de melhor fotografia no VII concurso de fotografia no Barreiro em 2008), “Untitled” (prémio da melhor performance no festival InShadow, em Lisboa em 2012), “Abstand” (nomeado para melhor coreografia pelo Prémio Autores SPA 2014) e “Home” (selecionado pela Aerowaves twenty company em 2016). Realça os artistas com quem trabalhou, Karine Ponties, Rui Horta, António Cabrita e Tânia Carvalho.

 

Ficha artística

“Todo para sempre é agora“
Coreografia e figurinos: Ricardo Ambrózio
Música original: Martina Griewank
Interpretação (elenco original): Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Mariana Romão

“Marvel“
Coreografia e música original: Luís Marrafa
Figurinos: Catarina Morla
Interpretação (elenco original): Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Raquel Tavares (estagiária)

Assistente de coreógrafos e ensaiadora: Maria João Lopes
Desenho de luz: Cláudia Rodrigues
Sonoplastia: José Pacheco

 

Fotos

Coevos CaDA 2017 foto Pedro Soares

 

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