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Qu'ils mangent de la brioche 637x232

Criação de Luís Malaquias

Estreado a 27 de abril de 2019, no Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça, Almada

 

Nunca saberemos a verdade dos acontecimentos que não presenciamos.
Tudo o que temos aceite como verdade histórica no que diz respeito aos acontecimentos privados das figuras públicas de relevo político são na realidade, verdades políticas com efeitos históricos – o que hoje temos por mentiras proferidas acerca de Marie Antoinette pelos seus opositores políticos foram, à época, recebidas pelo grande público como verdades escandalosas e revoltantes.
Nesta peça assumimos este carácter muito pouco sério da relação do público com a verdade. Tudo aqui é falso.
Podemos, ainda assim, estabelecer alguns paralelos entre os personagens históricos que estamos a representar e aqueles que atuam no campo político/social de hoje em dia:
#girlpower #influencer #realness #boujie #followers #haters #siliconvalley

 

Sobre o autor

Luís Malaquias iniciou os estudos em Dança em Leiria. Em 2012 licenciou-se na Escola Superior de Dança, em Lisboa, onde destaca o trabalho com Cristina Graça, Barbara Griggi, Amélia Bentes, José Grave, Teresa Ranieri, Gonçalo Amorim, entre outros. Trabalhou como bailarino com os coreógrafos Benvindo Fonseca, Daniel Cardoso, Ricardo Ambrózio, Bruno Duarte, Nuno Gomes, Margarida Belo Costa e Elson Ferreira, São Castro e António Cabrita, Luís Marrafa, entre outros e com os professores/ensaiadores Maria João Lopes, Caia Sampaio e Rui Reis, para o Quórum Ballet - Companhia de Dança Contemporânea, Companhia de Dança de Almada (Ca.DA) e enquanto freelancer. Em 2018 coreografou pela primeira vez profissionalmente para a Ca.DA, contribuindo em conjunto com Bruno Duarte para a criação da peça "A Invenção da Resposta". Foi coprodutor e intérprete nos vídeodança "P48" (2012), apresentado na 20ª Quinzena de Dança de Almada, e "5" (2013) apresentado nos festivais Caldas Late Night (Portugal), L'art difficile de filmer la danse (Bélgica) e InShadow (Portugal), no qual ganhou o prémio de melhor vídeodança em concurso - escolha do público. Em 2018 desenvolveu o projecto de videodança “The Art of Losing”, sobre a peça homónima de São Castro, que se concretizou no primeiro filme produzido pela CaDA em colaboração com a produtora Mares do Sul, da realizadora Cristina Ferreira Gomes. Entre 2010 e 2018 lecionou dança contemporânea em instituições como Annarella - Academia de Ballet e Dança, Arabesque - Academia de Dança e Quórum Academy. Pontualmente, no mesmo período, lecionou, realizou workshops e foi coreógrafo convidado em várias escolas da zona de Lisboa, incluindo a Escola Superior de Dança, o Centro de Artes de Marvila e a escola Almadança. Atualmente é bailarino do elenco fixo da Companhia de Dança de Almada e aluno da licenciatura em Osteopatia da Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches.

residencia Julia Ehrstrand 2

Coreografia de Julia Ehrstrand
Estreado a 27 de abril de 2019, no Auditório Municipal Fernando Lopes-Graça, Almada

Residência artística em Almada.

 

“É um fenómeno interessante aquele em que nos devemos afastar de algo quando caminhamos em direção a algo mais. As nossas vidas estão em constante movimento quando deixamos para trás as memórias, as experiências passadas e os relacionamentos antigos. Com frequência alcançamos marcos em que supomos ter atingido os objetivos e, no entanto, ansiamos sempre por mais.
Continuamos a avançar, a fortalecer os laços com as pessoas que nos rodeiam, e assim prossegue a busca pela satisfação. Apenas para quebrar as nossas fronteiras e, de novo, iniciar o processo. Com frequência encontramos-nos numa luta interna, que nos enreda nos próprios pensamentos, em que sentimos que devemos correr para escapar da prisão que criámos para nós mesmos.
Este constante estado de agitação existe entre nós. Tentamos, e encontramos uma ligação mais profunda às pessoas que seguem o mesmo caminho, ainda que num pequeno reflexo de tempo. Devemos aprender a encontrar energia no interior de nós mesmos, para continuar no caminho que é nosso. Aproveitar tudo o que a vida tem para oferecer: as lutas, as alegrias, os transtornos, as risadas. Todas as coisas que nos fazem ser quem somos e permitem relacionar-nos com quem nos rodeia, à medida que entramos no futuro, deixando para trás as vidas passadas.” Julia Ehrstrand

 

Sobre a autora

Julia Ehrstrand é licenciada em Dança/Ensino pela DOCH/University of Circus and Dance (Estocolmo). Estudou no Institut del Teatro (Barcelona) e formou-se na DNA, em 2009, através do programa ISVP (International Student Visa Program). Dançou para o TNSP - The Next Stage Project, Jana Hicks/Marijke Eliasberg, Max Stone, SexyBeastNYC, Carrasco Dance Company, Lane Co Arts e Collective Noir, entre outros. As suas coreografias já foram apresentadas em vários palcos nos E.U.A., Europa e Ásia. Ensinou na Julliard School, em Nova Iorque, e deu aulas de dança em diferentes instituições como The Jose Limon Dance Company, The Royal Swedish Ballet School em Estocolmo, DOCH University of Dance and Circus (Estocolmo), Balettakademien (Estocolmo), deu aulas profissionais diárias para o Danscentrum (Estocolmo), Amsterdam School of the Arts (Amsterdão), UiS/University em Stavanger e PRODA (Noruega), para o Joffrey Ballet Summer Intensive, Ballet Hispanico, Peridance Capezio Center, Gina Gibney Dance, DNA, Steps on Broadway, Broadway Dance Center e SUNY Purchase. Júlia tem dançado, coreografado e ensinado na China, Taiwan, México, Japão, Uganda e Etiópia. Recentemente, em conjunto com Max Stone, cocoreografou uma peça para a Rainforest Foundation Fund, apresentada no Carnegie Hall, em Manhattan, Nova Iorque. Esta instituição é gerida pelo músico Sting e pela sua mulher, Trudie Styler, e tem como principal objetivo a proteção das florestas tropicais e os seus povos indígenas. O seu trabalho já foi selecionado para festivais como Bryant Park Contemporary Dance Festival em Nova Iorque, 2018, e FIDCDMX, na cidade do México. Atualmente é docente na Steps on Broadway, Peridance e Gibney Dance Studios.

A UNIVERSAL WEAKNESS Carla Jordao CaDA 2019

Coreografia de Carla Jordão
Estreado a 5 de julho de 2019 na casa TanzFaktur, em Colónia (Alemanha)

Residência artística em Almada/Portugal, de 3 a 21 de junho, e em Colónia/Alemanha, a partir de 25 de junho. 

 

O autocontrole é a chave para o sucesso! É tão fácil parecer perfeito! 7 dicas para o sucesso do automarketing!
A mania de otimização mantém a nossa empresa no rumo certo! De acordo com o pensamento económico, o indivíduo tenta oferecer a sua identidade individual a uma identidade de marca individual, com um valor de reconhecimento promissor. Melhor, mais bonito, mais bem-sucedido e mais único é o lema!
Que idiotice seguimos quando, por pouco, cada um de nós se esforça por ser diferente do outro? E o que nos faz a nós, humanos, o corpo e o "rosto", que carregamos à frente como espelho da alma, essa busca por uma autoimagem otimizada?
Carla Jordão

  

Sobre a autora

Carla Jordão licenciou-se em Dança no Ramo de Espetáculo na Escola Superior de Dança de Lisboa e completou o seu Master em Coreografia na Folkwang Universität der Künste, na Alemanha. Desde então, tem trabalhado como bailarina e coreógrafa para numerosas companhias nacionais e estrangeiras. Durante vários anos trabalhou como bailarina e coreógrafa na Companhia de Dança de Almada. Como coreógrafa, os seus trabalhos foram apresentados em diversos festivais, tendo ganho vários prémios. Desde 2017 que é membro da equipa da rede de coreógrafos Barnes Crossing, em Colónia. Atualmente, trabalha com vários artistas como bailarina, coreógrafa e dramaturga, na Alemanha e em Portugal.

 

Ficha artística

Interpretação: Bruno Duarte e Luís Malaquias
Design de som: Timm Roller
Apoio conceptual: Katharina Geyer
Luzes: Wolfgang Pütz
Produção: Ellen Brombach
Fotografia e design de comunicação: Alessandro de Matteis

Coprodução de Carla Jordão e Companhia de Dança de Almada

 

Apoio

STK Kulturamt               Ministerium NRW

 

 

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Coreografia de Bruno Duarte
Programa da temporada 2019, estreia em novembro, no Teatro Municipal de Bragança

 

“Estes são rituais de juventude, cheios de vida e de futuro, por onde perpassam todas as atividades dos povos (…), rituais que a cada ano renovam a confiança na continuidade da vida, bem simbolizada no fogo e outros deuses pagãos.
Nunca realçaremos suficientemente o papel que os rituais (…) tiveram na evolução das nossas sociedades e lhes transmitiram um carácter de sanidade ética que consegue manter a dignidade no meio da maior pobreza e de difi-culdades sem fim.”
Amadeu Ferreira, in “O Diabo e as Cinzas” (2013)

 

Residência artística em Bragança de 18 a 30 de novembro de 2019, em coprodução com o Teatro Municipal de Bragança.

 

Sobre a autor

Bruno Duarte é mestrando em Ensino em Dança e licenciado em Dança, pela Escola Superior de Dança (ESD) de Lisboa. Em 2011, foi aluno ERASMUS na ArtEz-Institute for the Arts , na Holanda, onde concluiu o plano “Minor Dancer”. Foi bailarino e intérprete nas companhias Grupo Experimental de Dança (2011/2) e Quórum Ballet (2013). Integra a Companhia de Dança de Almada desde 2013. Foi coprodutor e intérprete nos vídeodança “P48” (2012), apresentado na 20ª Quinzena de Dança de Almada, e "5" (2013), apresentado nos festivais Caldas Late Night (Portugal), L'art difficile de filmer la danse (Bélgica) e InShadow (Portugal), no qual ganhou o prémio de melhor vídeodança em concurso - escolha do público. Como criador, apresentou as peças “Metamorfose” (2011/2), para a Culturgest, numa parceria com a ESD, “someone else ago” (2013), para o programa BOXNOVA do Centro Cultural de Belém, "Overflow" (2014), para a EPC Dance Company, “L’Veltro” (2016), em cocriação com Elson Marlon Ferreira, "Riot" (2014), "Dentro do Abraço" (2016), "Gaveston" (2016), “Fobos” (2017), “SubRosa” (2018), para a Companhia de Dança de Almada. Participou em workshops e seminários de Mikael Fau e Pauline Journé (França), João da Silva (Brasil), Siri Dybwik (Noruega), Jack Gallagher (EUA) e David Zambrano (Venezuela), entre outros. Lecionou workshops em locais como o Beijing Dance Theatre (China), Giro8 Companhia de Dança (Brasil), FreeDance (Croácia), DNA (Portugal), entre outros. É professor convidado da Escola Superior de Dança (2016 e 2019), professor na Ca.DA Escola, e coreógrafo convidado no Projecto Quórum.

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