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Coreografia de Margarida Belo Costa
Programa da temporada 2018, estreia a 21 e 22 de setembro, no Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada

 

Tendo como ponto de partida a ópera "Carmen", de Georges Bizet (1838-1875), e seguindo o seu enredo, “p.s. CARMEN” é uma peça de dança contemporânea que transpõe para cena a vivência de uma mulher com a qual nos podemos identificar, independentemente do género. É a desconstrução do mistério, da sedução, do poder, da materialidade e da obsessão. É uma visão sobre a fêmea que não esconde os seus instintos, que captura as suas presas, mas que também é seduzida no engano, sofrendo o reverso da medalha. São várias as questões que se apropriam deste ser contemporâneo, deste corpo feminino, protegido e vítima da sua beleza hipnotizante.

 

Sobre a autora
Margarida Belo Costa é natural de Caldas da Rainha. Iniciou o seu percurso na Escola Vocacional de Dança das Caldas da Rainha. Diplomada pela RAD, os seus estudos desenvolveram-se paralelamente com a Dança Moderna e Contemporânea. Em 2004 ingressou como bailarina no Grupo Experimental de Dança onde interpretou peças de Catarina Moreira, Bruno Cochat, Daniel Cardoso, Rui Lopes Graça, entre outros. Em 2009 ingressa na Escola Superior de Dança, terminando em 2012 a licenciatura e recentemente o 1o ano do Mestrado Profissionalizante em Educação. Como bailarina, trabalhou com: Quorum Ballet com a direção de Daniel Cardoso (2013/14); Teatro Mosca com a direção de Pedro Alves (2014/15); Teatro Meridional com a direção de Natália Luisa e Miguel Seabra(2016) e ACSC António Cabrita e São Castro (2016). Como criadora, apresentou as peças: “Step 1” para o GED-EVDCR (2012); “displaced episodes” BOX NOVA-CCB (2015); “The Place to be” (2016) para a DC Companhia Jovens Bailarinos com a direção de Gonçalo Andrade, e cocriou a peça "How do you want to be today?" com Elson Ferreira para o Festival MUSCARIUM#2 (Sintra, 2016). Presentemente integra a Companhia de Dança de Évora com a direção de Nélia Pinheiro e é professora em várias escolas de dança em Lisboa.

The Art of Losing videodanca CaDA 2018 232x637

Coreografia de São Castro e realização de Cristina Ferreira Gomes

 

Este projeto da Companhia de Dança de Almada (Ca.DA) partiu de uma ideia original de Luís Malaquias e tem como base uma criação de São Castro. O convite à realizadora Cristina Ferreira Gomes surgiu na sequência do seu exemplar trabalho sobre a dança contemporânea e da afinidade sentida entre criadores e bailarinos.

Através da interdisciplinaridade e complementaridade de linguagens e métodos, procurou-se criar uma nova obra sobre uma temática de grande profundidade, que pretende contribuir para consciencializar/alertar para questões de foro ambiental, social e cultural. Integralmente filmado no Pinhal de Leiria, reflete sobre a importância de saber como lidar com a perda.

 

Realização: Cristina Ferreira Gomes
Coreografia e música original: São Castro
Interpretação: Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Mariana Romão
Figurinos: Nuno Nogueira
Imagem: Luís Graciano, Cristina Ferreira Gomes, André Barreto
Som: Joana Girão
Produção: Luiz Antunes
Montagem: Sara Esteves
Colorista: Gonçalo Ferreira
Pós produção áudio: João M. Santos

 

Ca.DA
Direção artística e coordenação geral: Maria Franco
Direção de ensaios: Maria João Lopes

 

Mares do Sul
Direção geral: Cristina Ferreira Gomes

 

Agradecimento ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas

 

Sobre as autoras

São Castro iniciou os seus estudos em dança no Balleteatro Escola Profissional de Dança e Teatro, no Porto e licenciou-se na Escola Superior de Dança, em Lisboa. Fez parte do Balleteatro Companhia, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e Ballet Gulbenkian. Como bailarina freelancer trabalhou com a Companhia Paulo Ribeiro, Companhia Olga Roriz, Companhia Clara Andermatt, Rui Lopes Graça, Sofia Silva, Benvindo Fonseca, Vasco Wellenkamp, Quorum Ballet / Daniel Cardoso, Tok'Art / André Mesquita, Ka Fai Choy, Tânia Carvalho, Luís Marrafa e Hofesh Shechter / Companhia Instável. Já criou trabalhos coreográficos para a Companhia de Dança do Algarve, Escola de Dança do Conservatório Nacional e, recentemente, para o Projecto Quorum. Em parceria com António Cabrita tem vindo a desenvolver desde 2011 o projecto | ACSC |, do qual "Play False", peça estreada em 2014, recebeu o Prémio Autores 2015 na categoria Dança – Melhor Coreografia, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores. Numa coprodução entre a Companhia Nacional de Bailado e Vo’Arte, é cocriadora e intérprete de "Tábua Rasa", juntamente com António Cabrita, Henriett Ventura e Xavier Carmo. Frequentemente, dá aulas e workshops de dança contemporânea. São Castro e António Cabrita são, atualmente, diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro, para a qual criaram "Um Solo para a Sociedade", que estreou em junho de 2017. Ainda em 2017, a convite de Luísa Taveira, António Cabrita e São Castro criaram Dido e Eneias para a Companhia Nacional de Bailado.

 

Cristina Ferreira Gomes é fundadora e diretora da produtora Mares do Sul. Está a realizar o documentário "Rio de Onor, Outro Tempo", com o apoio financeiro do Instituto de Cinema e Audiovisual. A estreia como realizadora foi com o documentário "Mulheres ao Mar", financiado pelo ICAM, com o qual recebeu o prémio Revelação no Festival Caminhos do Cinema Português, em 2002. O documentário seguinte, "Carta de Chamada", financiado pelo ICAM, recebeu menção honrosa para melhor documentário e também o prémio do público para melhor documentário no Festival Caminhos do Cinema Português de 2006. O filme integrou ainda a Mostra Panorama e a Mostra de Cinema Português em São Paulo e no Rio de Janeiro, no ano seguinte. Foi também exibido no ciclo de cinema sobre Emigração, organizado pela Presidência da República, em 2008 e no Festival Filmes do Homem, 2016. Do seu percurso como realizadora, destacam-se na área do documentário: série documental "Portugal que Dança" - 17 episódios sobre criadores na área da dança em Portugal; "Domingo à Tarde" - o filme segue o dia a dia de um grupo de jovens paquistaneses que se reúne todos os domingos à tarde, para jogar críquete num dos lugares mais emblemáticos de Lisboa, a Alameda D. Afonso Henriques; "Menina Limpa Menina Suja" - documentário sobre a artista plástica Ana Vidigal; "À Procura de António Botto" - documentário sobre a vida e obra do escritor António Botto. Integrou o júri do Sir Peter Ustinov Television Scriptwriting Awards de 2013 a 2016, da International Academy of Television Arts & Sciences.

 

Apoio

BRASAO CMMG 2015 sem descricao red

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Conceção e coreografia de Bruno Duarte

 

Quando se toca um corpo não se toca qualquer coisa, mas uma pessoa, que não é um objeto de prazer, que não pode ser consumada, mas que é possibilidade de comunhão autêntica. Sem esta comunhão não é possível a castidade, mas só a obediência à pulsão, ao impulso, à posse.
Enzo Bianchi, In "Monastero di Bose"

 

Sobre o autor
Bruno Duarte é licenciado em Dança, pela Escola Superior de Dança (ESD) de Lisboa. Em 2011, foi aluno ERASMUS na ArtEZ Dance Academy, na Holanda, onde concluiu o programa “Minor Dancer”. Foi bailarino na Staccato – Companhia de Dança Contemporânea (2004/11), e intérprete nas companhias Grupo Experimental de Dança (2011/2) e Quórum Ballet (2013). Foi cocriador das peças “Metamorfose” para a Culturgest (2011/2), “P48” (videodança), apresentada na 20ª Quinzena de Dança de Almada (2012) e "5" (videodança) apresentada nos festivais Caldas Late Night (Portugal), L'art difficile de filmer la danse (Bélgica) e InShadow (Portugal). Coreografou a peça “someone else ago”, para o programa BOXNOVA do Centro Cultural de Belém (2013). Participou em workshops e seminários de Mikael Fau e Pauline Journé (França), João da Silva (Brasil), Siri Dybwik (Noruega) e Jack Gallagher (EUA), entre outros. É bailarino da Ca.DA desde 2013, onde criou as peças “Riot”, “Dentro do Abraço” e “Fobos”.

 

Fotografia gentilmente cedida por Ester Gonçalves

A INVENCAO DA RESPOSTA foto3 CaDA 2018 creditos Pedro Soares 637X232

Coreografia de Bruno Duarte e Luís Malaquias
Estreado a 27 de março de 2018, na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Almada

 

Partindo da noção de que todos os espaços arquitetónicos são redomas de vida, podemos assumir que a importância do vácuo surge perante a inevitabilidade da sua ocupação – o potencial do vazio. A vida surge aquando da concretização deste potencial, destruindo o vácuo no processo. A vida surge na ocupação de um espaço vazio, de uma folha em branco, de um silencio, de um corpo parado.

 

“A Invenção da Resposta", projeto criado para site specific por Bruno Duarte e Luís Malaquias, surge do convite do Festival de Música Cidade de Almada, para a apresentação de um espetáculo na sua 4ª edição. No ano em que a Casa da Cerca celebra o 25º aniversário de abertura enquanto Centro de Arte Contemporânea, e na continuação da relação de cooperação estabelecida com a Ca.DA ao longo dos últimos anos, pareceu-nos o local ideal para a estreia de uma criação que cruza os universos da dança e da música, e os coloca em diálogo com a arquitetura do espaço e a arte contemporânea, relações de estreita intimidade, em que se procuram novas leituras e perspetivas.

 

Música: Takashi Yoshimatsu, Astor Piazzolla, John Thomas, Gabriel Fauré (por ordem de apresentação)
Figurinos: Bruno Duarte e Luís Malaquias
Interpretação (cast original): Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Mariana Romão, Raquel Tavares e a estagiária Beatriz Coutinho
Interpretação de música ao vivo (cast original): David Costa (oboé), Eduardo Reis (guitarra), Rita Silva (piano), Rui Cristão (violino), Salomé Matos (harpa)
Ensaiadora e assistente de coreógrafos: Maria João Lopes

 

Sobre os autores
Bruno Duarte é licenciado em Dança, pela Escola Superior de Dança (ESD) de Lisboa. Em 2011, foi aluno ERASMUS na ArtEZ Dance Academy, na Holanda, onde concluiu o programa “Minor Dancer”. Foi bailarino na Staccato – Companhia de Dança Contemporânea (2004/11), e intérprete nas companhias Grupo Experimental de Dança (2011/2) e Quórum Ballet (2013). Foi cocriador das peças “Metamorfose” para a Culturgest (2011/2), “P48” (videodança), apresentada na 20ª Quinzena de Dança de Almada (2012) e "5" (videodança) apresentada nos festivais Caldas Late Night (Portugal), L'art difficile de filmer la danse (Bélgica) e InShadow (Portugal). Coreografou a peça “someone else ago”, para o programa BOXNOVA do Centro Cultural de Belém (2013). Participou em workshops e seminários de Mikael Fau e Pauline Journé (França), João da Silva (Brasil), Siri Dybwik (Noruega) e Jack Gallagher (EUA), entre outros. É bailarino da Ca.DA desde 2013, onde criou as peças “Riot”, “Dentro do Abraço” e “Fobos”.

 

Luís Malaquias iniciou os estudos em Dança em Leiria. Em 2012 licenciou-se na Escola Superior de Dança, em Lisboa, onde destaca o trabalho com Cristina Graça, Barbara Griggi, Amélia Bentes, José Grave, Teresa Ranieri, Gonçalo Amorim, entre outros. Dançou em várias companhias, destacando as peças "Casa do Rio" e "Muito Chão" de Benvindo Fonseca e "La Ligne de Vie" de Carla Jordão, na Companhia de Dança de Almada. Para o projeto BOXNOVA do Centro Cultural de Belém, dançou "someone else ago" de Bruno Duarte. No Quórum Ballet, destaca "Correr o Fado", "Swan Lake" e "Dois Séculos" de Daniel Cardoso; "Alice no País das Maravilhas" de Inês Godinho. Nas Caldas da Rainha dançou "Step One" de Ana Margarida Costa. Foi coprodutor e intérprete nas peças de vídeodança "P48", apresentada na 20ª Quinzena de Dança de Almada, e "5" apresentada nos festivais Caldas Late Night (Portugal), L'art difficile de filmer la danse (Bélgica) e InShadow (Portugal). É bailarino da Ca.DA desde 2013.

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